Revisitei o ranking do ano passado e o Top 50 se transformou em Top 31. 19 blogs não existem mais, estão há mais de um mês sem atualizações ou redirecionam para sites suspeitos.
Removi os links para os mesmos, já que não quero fazer ninguém perder tempo com links quebrados, maldosos, desatualizados e afins.
As indicações estão chegando e, de certa forma, surpreendendo, já que a grande maioria são para blogs conhecidos e respeitados de uma forma ou de outra.
Uma discussão sobre o Hino da Blogsfera, que surgiu na Bloglista (ainda não assina? assine já!), trouxe à baila esse vídeo que, segundo o Alessandro Martins, é o verdadeiro hino dos blogueiros brasileiros.
Quem navega pela Internet há mais tempo, digamos assim desde o tempo em que os dinossauros ainda circulavam pela Terra, lembra do Altavista, que pode ser considerado o tataravô dos sites de busca.
Nessa época quase tudo era em inglês (por que você acha que até hoje tem site com link para a página inicial escrito “home”?) e a conexão uma carroça sem rodas, isso em um bom dia.
Para você ter uma idéia, se você fizesse uma busca por “fotos do casamento da Sandy”, quando a página terminava de carregar, ela já tinha dois filhos.
Até que veio o Google e, com ele, a moral de cuecas dos estadunidenses.
Caso você não saiba, a busca padrão do Google aplica um filtro, chamado de “safe search”, que tenta filtrar tudo que atente contra a moral, os bons costumes e as ereções. É preciso clicar em preferências para liberar as peladonas na sua tela.
Mas aí os blogs começaram a dominar os resultados de busca, quando a Wikipedia deixa.
Se programa de paulista no final-de-semana é ir para o aeroporto ver avião decolar, o de gaúcho deve ser ir para hipermercado.
Se eu já não gosto muito de gente, gosto menos ainda de uma multidão que se esbarra pelos corredores, atrás da oferta que dura apenas 2 minutos.
Aqui onde eu moro há apenas uma loja dessas e, para meu azar, é daquelas que parece ter na fachada um luminoso escrito “Pobres, Sejam Bem-Vindos”.
Não me entendam mal, não tenho nada contra pobres, desses que pedem dinheiro na sinaleira, esses eu apenas toco o carro por cima e normalmente nem lembro que existem.
Estamos falando aqui do “new pobre”. Você conhece o tipo, é aquele que veste roupas compradas na Renner ou C&A e é tão classe média baixa que tem 2,3 filhos.
Ele dirige um Corsa financiado em 72 vezes e é casado com uma mulher que já foi bonita um dia, caso você considere a cruza de um hamster com um juiz de vôlei bonita.
Estava assistindo a um DVD com clipes antigos e me diverti muito com as danças cometidas pelos artistas, como diria Gugu Liberato (já meu pai diria que “artista é quem trabalha em circo”).
Outros são horríveis justamente pelo contrário, a absoluta falta de ação.
O primeiro deles é uma pérola, e poderia figurar em uma lista de piores figurinos.